O BARCO DE PEDRO

                       

                   O Barco de Pedro é o barco do diálogo, é o barco da unidade na diversidade, é o barco da comunhão, da partilha.

 

                   O nosso Deus(e não o meu Deus, o teu Deus) é o Deus da pluralidade, é o Deus da Trindade. O nosso Deus não é o Deus solitário, mas o Deus solidário. O nosso Deus é a melhor comunidade que existe, alguém já disse.

 

                   A rede, lançada nas águas, arrasta uma variedade de peixes. O barco, lançado nas águas, leva uma variedade de peixes. O barco de Pedro, de João, de André, e de tantos outros pescadores de almas, é o barco da unidade na fé, da pluralidade no modo de ser Igreja. Um barco, assim, não  teme a ondas revoltas, porque o nosso Deus é o Piloto, e o Porto é seguro.

 

                   Agricultores de outras terras, pescadores de outros mares, semeai as vossas sementes em terras mais férteis(Mt. 13, 3), lançai as vossas redes em águas mais profundas(João 21, 6), e, então, teremos pães, peixes e vinho, em abundância,  por graça, e de graça para todos.

 

                  Como diz o profeta Malaquias: dias virão em que o homem terá fome e sede, não de pão nem de água, mas de ouvir a palavra de Deus. Digamos mais: dias virão em que o homem terá fome e sede, não de ouvir a palavra de Deus, mais viver a unidade na palavra de Deus.

 

                  Estamos certos de que  naqueles dias, na Páscoa definitiva,  não haverá Igrejas divididas, mesas separadas, para a celebração das bodas do Cordeiro(AP. 19, 7).

 

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